Olha ai Duda. Você e a Lenir devem estar em endereço próximo. De qualquer forma não deve ser difícil encontrá-la. O pessoal daí deve possuir algum tipo de Guia de Endereços ou equivalente. De qualquer forma todos sabemos como nos ligam "nossos laços de família". Um grande beijo meu pai. Manda um beijão meu também para Lenir. Um dia, com certeza, iremos todos nos encontrar. E vai ser uma bela farra. Até logo.
Eternamente, Fred .
sexta-feira, 21 de setembro de 2012
sexta-feira, 10 de agosto de 2012
Retratos da beleza da vida. Em nossa alma eternizamos nosso amor - Lenir e Fred
Nesta foto, tirado no dia 2 de agosto de 2011, comemoramos o aniversário da Lenir. Foi uma boa suspresa organizada pela minha mãe, Inez, por irmãos e irmãs, cunhadas e sobrinhos.
Na foto ao lado, tirada em Floripa em 2009, estamos a Lenir e eu, como padrinhos de casamento de minha sobrinha Vaneza.
Na foto ao lado, uma comemoração de reveillon, também em Floripa. Na foto além da Lenir, aparecem em nossa mesa o meu neto Henrique e na mesa um pouco mais ao fundo, minha nora Zana.
Muita descontração nesta foto em que a Lenir (em Floripa) compartilha com seus pais um belo churrasco.
terça-feira, 12 de junho de 2012
ENCANTAMENTO 12 de junho de 2012

Soneto de Fidelidade
De tudo ao meu amor serei atento
Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto
Que mesmo em face do maior encanto
Dele se encante mais meu pensamento.
Quero vivê-lo em cada vão momento
E em seu louvor hei de espalhar meu canto
E rir meu riso e derramar meu pranto
Ao seu pesar ou seu contentamento
E assim, quando mais tarde me procure
Quem sabe a morte, angústia de quem vive
Quem sabe a solidão, fim de quem ama
Eu possa me dizer do amor (que tive):
Que não seja imortal, posto que é chama
Mas que seja infinito enquanto dure.
Vinícius de Moraes
domingo, 3 de junho de 2012
Boas lembranças que contaminam a vida de felicidade. Lenir e eu em Floripa, verão de 2009
Nesta foto, eu e a Lenir, estávamos em uma praia de Floripa (SC) curtindo o verão de 2009. Este foi um dos muitos momento mágicos de nossa vida (nesta temporada terrênea). O sol deixava nossas peles bronzeadas e o vento não dava sossego aos cabelos. A Lenir, só para variar, estava linda. Minha testa teimava em avançar sobre meus cabelos, combinando calvice e o um tom grisalho alvoroçado.
domingo, 13 de maio de 2012
UMA MENSAGEM "INTERDIMENSIONAL" DA LENIR, NA VÉSPERA DO DIA DAS MÃES.
O testemunho não é apenas meu, mas compartilhado por nossos filhos, noras e netos. Lenir como mãe era uma leoa, aliás este é o seu signo solar. Coerente com esta condição, na madrugada do dia 12 de maio de 2012 recebi dela uma comunicação "interdimensional". Foi uma das experiências mais ricas da minha vida. Este tipo de comunicação é chamada mediúnica ou canalização. O que a diferencia de um sonho comum é a sua lucidez e vivacidade. Ela acontece em um dos estágios do sono, conforme atestam as pesquisas em psicologia transpessoal. A comunicação da Lenir, além de me gratificar profundamente, era destinada aos nossos filhos, noras e netos, precisamente na véspera do dia das mães, na primeira data comemorada após sua passagem para outra dimensão. Foi um grande consolo para nossos filhos. Por isto sou grato também ao "Grande Espírito" (que possui dezenas de nomes) por permití que este fenômeno ocorresse. Para aqueles, como os iogues, habituados à meditação profunda este não é um fenômenos incomum. O mesmo pode se dizer de médiuns como o Chico Xavier ou dos trabalhos de pesquisa de Sônia Rinaldi, em transcomunicação instrumental (TCI).
Quando se trata de uma experiência pessoal a ocorrência ganha outra dimensão. Sentimos a possibilidade concreta de abrir um canal interdimensional com as pessoas que amamos. Como professor de filosofia sinto-me à vontade em falar desta experiência, não como uma ilusão, mas como uma realidade concreta. Afinal a tese do primado da consciências como substância primordial do ser é compartilhada por muitos pesquisadores acadêmicos. E o campo da Psicologia Transpessoal tem seus fundamentos nestas pesquisas.
Aos meus filhos tenho a convicção ética de que não lhes transmití uma alucinação, mas uma mensagem verdadeira da mãe deles e minha eterna companheira Lenir.
E desta forma posso mais uma vez dizer:
Até logo querida. Nos falaremos em outra oportunidade. Um beijo enorme, meu anjo.
Seu eternamente, Fred.
quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
Le, tomo o rítmo de outro Drummond e te oferto, com paixão, vez que o amor não consola de nuncará.
porque amou por que amou
se sabia
p r o i b i d o p a s s e a r s e n t i m e n t o s
ternos ou desesperados
nesse museu do pardo indiferente
me diga: mas por que
amar sofrer talvez como se morre
de varíola voluntária vágula evidente?
ah PORQUE AMOU
e se queimou
todo por dentro por fora nos cantos ecos
lúgubres de você mesm(o,a)
irm(ã,o) retrato espetáculo por que amou?
se era para
ou era por
como se entretanto todavia
toda via mas toda vida
é indignação do achado e aguda espotejação
da carne do conhecimento, ora veja
permita cavalheir(o,a)
amig(o,a) me releve
este malestar
cantarino escarninho piedoso
este querer consolar sem muita convicção
o que é inconsolável de ofício
a morte é esconsolável consolatrix consoadíssima
a vida também
tudo também
mas o amor car(o,a) colega este não consola nunca de nuncará
domingo, 1 de janeiro de 2012
OFERENDA
Neste sagrado espaço,
Em que as coisas tornam-se eternas,
Ainda que infinitamente perenes;
Assim como as rosas jamais desvanecem,
Prolongando seu poder de flor
Em outra mais majestosa rosa;
No mesmo ciclo em que cada semente
Aponta em pleno salto um futuro novo;
Neste estreito e frondoso,
A um só tempo espaço
Eu te busco,
A cada instante busco,
Cada detalhe do teu contorno de mulher.
Um toque
E sinto ser tão absurdo
Tecer o novelo de sentido amplo
Que roça o coração,
Quando de lança em punho,
Lanço-me à moda dos guerreiros
No interior do teu corpo fortuito.
Não há forma que se atreva
Nem verso que comporte
Esta ambigüidade de fêmea,
Noutro instante fera indomada.
Mas que se aconchega dócil
E traz no olhar uma promessa,
Nos lábios toda a aragem vespertina,
O ser integral que se faz luz
Roubando o brilho de toda composição constelar.
Caminho neste teu bailado.
Percorro teu ventre e sinto tua pele
Superior ao calor das brasas.
Com as minhas mãos
Libertas e escravas
Eu te recolho e me oferto.
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